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Sistema imunológico pode ser a chave para tratar doença de parkinson


Cientistas do Centro Médico da Universidade de Columbia (CUMC) e do Instituto de Alergia e Imunologia de La Jolla, dos Estados Unidos, encontraram evidências de que a auto-imunidade - sistema que leva o nosso organismo a produzir um ataque contra si próprio - tem papel importante na doença de Parkinson. O estudo levanta que a possível morte de neurônios em Parkinson pode ser prevenida por terapias que amortecem a resposta imune.

"A ideia é que uma falha no sistema imunológico contribui para o mal de Parkinson. Isso é algo que já se suspeitava havia quase cem anos", afirma David Sulzer, um dos pesquisadores da Universidade Columbia. "Até agora, porém, ninguém havia conseguido conectar os pontos", complementa.

Segundo Sulzer, os resultados dos estudos também apontam: "Suspeitas de que células T identificam inicialmente a alfa-sinucleína no sistema nervoso do intestino, o que não causa nenhum problema. O problema começa quando as células-T entram no cérebro". “As pesquisas avançam e direcionam à hipótese de utilizar como parte do tratamento a imunoterapia para auxiliar na melhora ou até na prevenção da piora dos pacientes que sofrem com Parkinson”, complementa e conclui Alessandro Sette, Dr. Biol. Sci., Professor do Centro de Doenças Infecciosas do Instituto de Alergia e Imunologia de La Jolla em La Jolla, Califórnia.

Fonte: Revista Viva Saúde

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